O técnico Renato Paiva, que chegou ao Mundial questionado pela torcida, saiu como o grande nome da partida. A alteração crucial na escalação do Botafogo foi a entrada de Alan no lugar de Mastriani no ataque. Essa mudança permitiu ao Botafogo povoar mais o meio de campo e reforçar a marcação, uma estratégia que se mostrou acertada para um time que reconhecia sua posição de azarão. “O Botafogo reconhecendo o seu lugar no mundo, o que está certo fazer, tá ligado? O Botafogo sabendo que era o azarão e era, não tem problema falar isso”, destacou a análise pós-jogo.
Do lado do PSG, a história foi outra. O time entrou em campo com um “mistão”, com jogadores como Beraldo, Lucas Hernandez, Zaïre-Emery e Gonçalo Ramos como titulares, mas que são reservas habituais. Ousmane Dembélé, por exemplo, estava fora por uma lesão na coxa, não por opção técnica. A avaliação é clara: “era um time misto… não é o time titular”. Mesmo com a “crítica” de que o PSG jogava com um time misto, a análise pondera que “o misto do PSG ainda é muito melhor do que o titular do Porto” ou mesmo o Borussia Dortmund. A falta de seriedade dos europeus no início do torneio foi um ponto levantado: “parece que assim os europeus eles estão jogando querendo estar de férias, mas aí é problema deles”.
O jogo começou com o PSG pressionando, como esperado. “O PSG ele meteu 4 a 0 no Atlético de Madrid (…) contra a Inter de Milão foi 5 a 0 na final da Champions”, o que gerava a expectativa de um domínio avassalador. No entanto, a pressão parisiense não se traduziu em gols. O gol histórico do Botafogo veio com Igor Jesus, que, após um desvio, superou Donnarumma. O gol, para muitos, foi a materialização da crença e da garra alvinegra.
Defensivamente, o Botafogo foi “primoroso”. Mesmo com o PSG dominando a posse de bola (74% para o PSG no momento do gol) e com mais finalizações (5 a 2 no primeiro tempo), o Botafogo soube se fechar. “Quantas finalizações do PSG foram no gol do Botafogo? (…) Apenas uma finalização”. O goleiro John fez defesas cruciais, mas a solidez defensiva da equipe, com destaque para Alexander Barboza e Marlon Freitas, foi a chave. O PSG até “chamou a cavalaria” no segundo tempo, com a entrada de jogadores como Fabian Ruiz e Nuno Mendes, mas a defesa alvinegra se manteve intransponível. A vitória, segundo a análise, é um prêmio para o torcedor que “viveu o inferno de 2023” e as “pipocadas históricas”.O técnico Renato Paiva, que chegou ao Mundial questionado pela torcida, saiu como o grande nome da partida. A alteração crucial na escalação do Botafogo foi a entrada de Alan no lugar de Mastriani no ataque. Essa mudança permitiu ao Botafogo povoar mais o meio de campo e reforçar a marcação, uma estratégia que se mostrou acertada para um time que reconhecia sua posição de azarão. “O Botafogo reconhecendo o seu lugar no mundo, o que está certo fazer, tá ligado? O Botafogo sabendo que era o azarão e era, não tem problema falar isso”, destacou a análise pós-jogo.
Do lado do PSG, a história foi outra. O time entrou em campo com um “mistão”, com jogadores como Beraldo, Lucas Hernandez, Zaïre-Emery e Gonçalo Ramos como titulares, mas que são reservas habituais. Ousmane Dembélé, por exemplo, estava fora por uma lesão na coxa, não por opção técnica. A avaliação é clara: “era um time misto… não é o time titular”. Mesmo com a “crítica” de que o PSG jogava com um time misto, a análise pondera que “o misto do PSG ainda é muito melhor do que o titular do Porto” ou mesmo o Borussia Dortmund. A falta de seriedade dos europeus no início do torneio foi um ponto levantado: “parece que assim os europeus eles estão jogando querendo estar de férias, mas aí é problema deles”.
O jogo começou com o PSG pressionando, como esperado. “O PSG ele meteu 4 a 0 no Atlético de Madrid (…) contra a Inter de Milão foi 5 a 0 na final da Champions”, o que gerava a expectativa de um domínio avassalador. No entanto, a pressão parisiense não se traduziu em gols. O gol histórico do Botafogo veio com Igor Jesus, que, após um desvio, superou Donnarumma. O gol, para muitos, foi a materialização da crença e da garra alvinegra.
Defensivamente, o Botafogo foi “primoroso”. Mesmo com o PSG dominando a posse de bola (74% para o PSG no momento do gol) e com mais finalizações (5 a 2 no primeiro tempo), o Botafogo soube se fechar. “Quantas finalizações do PSG foram no gol do Botafogo? (…) Apenas uma finalização”. O goleiro John fez defesas cruciais, mas a solidez defensiva da equipe, com destaque para Alexander Barboza e Marlon Freitas, foi a chave. O PSG até “chamou a cavalaria” no segundo tempo, com a entrada de jogadores como Fabian Ruiz e Nuno Mendes, mas a defesa alvinegra se manteve intransponível. A vitória, segundo a análise, é um prêmio para o torcedor que “viveu o inferno de 2023” e as “pipocadas históricas”.
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